quarta-feira, 1 de abril de 2026

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Os dados da Pordata e do INE são claros: sem a intervenção do Estado (incluindo pensões), a taxa de pobreza em Portugal seria de 40,3%; com o “paliativo” das transferências, o número desce para 15,4%. À primeira vista, parece um sucesso. Mas esta descida é uma ilusão estatística. O que os números revelam é uma sociedade “implantada” no Orçamento do Estado: nos impostos, que a (pouca) classe média paga, no consumo, renda de todos, e no que por enquanto ainda se consegue “sacar” da Europa, eternamente vista como porquinho-mealheiro. O modelo de governação assistencialista, predominante no último quarto de século, especializou-se em tornar a pobreza suportável, mas nunca em torná-la evitável.
...
A ética de Adam Smith pressupunha que a dignidade vinha da utilidade que cada um traz à sociedade, mas o modelo assistencialista inverteu este princípio. Hoje, uma fatia enorme da população portuguesa depende da “bondade” de quem faz o Orçamento do Estado. Esta é a “população implantada” de que Thomas Sowell escreveu: cidadãos que, por necessidade estrutural, se tornam reféns eleitorais do statu quo.
Se queremos realmente combater a pobreza, temos de parar de a subsidiar e começar a permitir que as pessoas criem riqueza. Um país que acha que é viável ter 40% da população dependente de apoios para não ser pobre, não tem um Estado Social de sucesso — é um sistema económico, no mínimo, em falência moral. Para não dizer em falência de facto e sem moral."

estes são excertos do texto de Ricardo Simões Ferreira, Editor-Executivo Adjunto do Diário de Notícias, publicado hoje no DN online.
é pena que este senhor não se tenha lembrado do assistencialismo do Estado à comunicação social(CS)
mas claro que pimenta no c@ dos outros é refresco...

as verbas delineadas pela Igreja portuguesa para pagar aos abusados por membros da igreja já por si é coisa impensável
se acrescentarmos a questão suscitada pelo Grupo Vita de ouvir novamente todos os que já tinham prestado declarações na primeira comissão já torna a coisa para além de deplorável e se ainda se entregar uma nota de recebimento com aquelas formulações/especificações, entramos no campo do execrável.

parece que o Governo português irá fazer parte do tribunal que vai julgar os crimes de guerra russos.
espero que tenha  o mesmo afã em querer julgar os crimes de guerra israelitas em Gaza, no Líbano e na Cisjordânia

quando um mês de liberdade começa mal com esta Lei da Nacionalidade




segunda-feira, 30 de março de 2026

Saramago "apresta-se" para receber um novo ataque dos Sousa Lara e Cavacos de hoje
os de hoje leram na cartilha dos de ontem.
o único escritor português premiado com o Nobel passa a opcional...
e o ministro é obrigatório?

para os Sousa Lara de ontem e de hoje



domingo, 29 de março de 2026

Paulo Núncio terá lido o JN de hoje?




da página 4 à 7. um trabalho a ler na íntegra








 

sábado, 28 de março de 2026

se fosse o Irão a assassinar os jornalistas teria caído meio mundo, como foi Israel, não caiu nada.

Trump já deve estar arrependido de ter ido na conversa do israelita.
e pior será quando começarem a chegar urnas aos EUA

terça-feira, 24 de março de 2026

Armindo Monteiro, presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) disse hoje à entrada para mais uma reunião sobre legislação laboral que "esperamos concluir rapidamente este processo, porque acreditamos que Portugal está um bocadinho cansado desta negociação".
é verdade, estamos cansados.
mas estamos cansados das malfeitorias que ele e o governo querem trazer para a legislação laboral.
sobre este senhor estamos mesmo conversados...

o nosso país (o governo) diz que está disposto a ajudar na reabertura do Estreito de Ormuz.
e como é que vamos ajudar? com os submarinos que motivaram a condenação na Alemanha por luvas, mas que aqui passou tudo em claro?
com as fragatas MEKO 200? das 3 unidades adquiridas, quantas estarão nas devidas condições?
ou iremos esperar pelos oito mil milhões de compras do ministro Nuno Melo para depois sim avançarmos de peito aberto para Ormuz.
isto parece mais uma anedota.
mas esta ainda não consegue superar a de Luís Montenegro quando disse que Portugal está a exercer a sua magistratura de influência junto do Irão e dos Estados Unidos para que termine a guerra.
magistratura de influência!!!!! não me façam rir

amiúdes vezes tenho ouvido dizer (a mais recente foi da senhora presidente da Comissão Europeia Ursula Gertrud von der Leyen) que o Irão tem de parar de agredir os outros países.
é impressão minha ou o Irão foi agredido?
e porque não criticar Israel e os EUA por terem, por interesses próprios avançado com esta guerra?
uns porque querem aumentar o país, outros porque querem negócios, como têm no Catar e na Arábia Saudita.
porque não criticar o assassinato de palestinianos na Cisjordânia por colonos israelitas.
porque não criticar o governo israelita por fundar colonatos em terra alheia.
porque não congelar os ativos israelitas para pagar Gaza e agora o Líbano?
tantos porques...

sábado, 21 de março de 2026

 hoje não é noite de palavras mas sim de música 

Trovante ao vivo 50 anos 



quinta-feira, 19 de março de 2026

Trump queria o Nobel da Paz...
pois eu proponho que lhe seja entregue, em ex-aequo com Netanyahu, o nobel da mentira.
arrastaram o mundo para esta guerra.
não atiramos uma bala sequer, mas saímos gravemente feridos.

Leitão Amaro já resolveu a questão da apropriação da palavra "presidência"?

"... Os dados da Pordata e do INE são claros: sem a intervenção do Estado (incluindo pensões), a taxa de pobreza em Portugal seria de 4...