segunda-feira, 2 de março de 2026

hoje foi a vergonha.
a primeira dama dos Estados Unidos presidiu a uma reunião do Conselho de Segurança da ONU

domingo, 1 de março de 2026

alguém explique a Ascenso Simões que a aplicação do direito internacional é para todos e não só para alguns e que o que está a acontecer é uma guerra.


ao escutar alguns comentadores televisivos parece que estou a escutar candidatos a secretários de Estado de Trump ou a ministros de Netanyahu. 
curiosamente não escutei nenhum a falar do ataque à escola feminina no Irão.

todos sabemos que o regime iraniano é uma teocracia repressiva, mas violar o direito internacional atacando-o não é a melhor forma para uma transição democrática.
aliás esta vontade indómita dos países ocidentais do norte quererem transpor para o sul o seu conceito de democracia nunca deu bom sinal, antes pelo contrário.
para além disso, esta guerra tem muito da vontade de Israel, porque assim pode levar por diante a sua sofreguidão na anexação de vários territórios (Gaza, Cisjordânia) sem oposição de ninguém.
a França e a Inglaterra deviam meter a mão na consciência.

não deixa também de ser curioso assistir à vontade de Reza Pahlavi querer ser parte da solução, quando a sua família (o seu pai, o Xá Mohammad Reza Pahlavi) foi um líder autoritário que aliado à brutalidade da SAVAK (polícia política criada com a ajuda da CIA e da Mossad)  criou um clima de medo que contribuiu significativamente para o descontentamento popular que culminou na Revolução Islâmica de 1979.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

há ministros e há uns senhores que se sentam no Conselho de Ministros.
refiro-me a Gonçalo Matias.
depois de um ataque sério ao Tribunal de Contas que noutros tempos era o escrutinador perfeito para certas desmandas, e que hoje é um empecilho ao desenvolvimento do país, veio agora a analise às palavras de Passos Coelho.
o ex-primeiro ministro  disse a 24 de fevereiro ser "um precedente grave" a passagem direta de Luís Neves de diretor nacional da Polícia Judiciária para ministro da Administração Interna, comparando-a à saída de Mário Centeno do governo para o Banco de Portugal.
pois bem, Gonçalo Matias disse, no debate sectorial do Parlamento, que "quanto às declarações do dr. Pedro Passos Coelho sobre a questão do Estado e das nomeações, eu penso que o dr. Pedro Passos Coelho estava a referir aos oito anos de governação do Partido Socialista"
isto é que é "comer azeitonas e arrotar a caviar".

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

e assim funciona (ou não) a ciência.
primeiro "dois tiros" na FCT e agora vamos lá estudar a coisa...







terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

pela primeira vez estou de acordo com Passos Coelho sobre o novo ministro da Administração Interna.

a Base das Lages tem sina de não se ajeitar com os governantes do PSD quando surgem "problemas na costa"
durante o "reinado" de Durão Barroso serviu de trampolim para o ataque às fatídicas armas de destruição maciça que nunca existiram no Iraque.
agora está a servir, com o beneplácito do atual governo para os americanos atacarem o Irão por uma bomba nuclear que só saiu da  boca de Steve Witkoff e que teve palmas de Israel 
curiosamente Paulo Rangel, esse inimaginável ministro dos Negócios Estrangeiros, conseguiu dizer coisas sobre a utilização da base que não estão no contrato, é de excelência...
sim que fora do âmbito da NATO, tem de existir autorização do governo português.
ou então o governo mente ao pessoal, dizendo que não é preciso, mas deu.

e no meio de tudo isto temos Cuba a ser assassinada lentamente, mas que importa isso ao Mundo se a asfixia está a ser feita por Trump

sábado, 21 de fevereiro de 2026

já foi escolhido o novo ministro da Administração Interna: Luís Neves
ora aqui está uma escolha fora da caixa.
porquê?
Luís Neves não tem seguido as percepções do governo em matéria de emigração versus segurança, antes pelo contrário, depois porque a PJ está enquadrada na Justiça e não na Administração Interna.
mas é uma escolha forte de Luís Montenegro
agora tenho curiosidade em saber como fica a PJ...

achei graça à frase de Armindo Monteiro, o senhor da CIP.
"já tivemos uma UGT responsável", pois mas essa frase não abona nada em favor dos antigos secretários-gerais.

saúdo o novo trabalho dos U2 “Days of Ash” 





quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

maravilhoso os patrões se terem recusado a reunir com a senhora ministra Palma Ramalho.
saber antes que a UGT não estaria e persistir na reunião era com que ideia? resolver as coisas com os patrões?
teve o coffee break só para ela e os seus acompanhantes
e a CGTP não representa trabalhadores?
o Governo bem pode enfiar a legislação laboral no saco, é um assunto morto.

hoje foi a prova cabal no debate que decorreu no Parlamento: o Governo está atabalhoado e vive de percepções.


hoje foi a vergonha. a primeira dama dos Estados Unidos presidiu a uma reunião do Conselho de Segurança da ONU