esta é a introdução a um excelente artigo da Visão de 13 de agosto, levou-me à leitura de
tantos e tantos que por aí andam
o coordenador, Jorge Bravo, é professor, economista, e especialista em pensões. O currículo oficial acrescenta actividade de consultoria científica para seguradoras, sociedades gestoras de fundos de pensões e para a APFIPP, que representa fundos de investimento, fundos de pensões e gestão de patrimónios.
Carla Castro, economista, antiga deputada da Iniciativa Liberal, foi criadora e antiga responsável pelo Gabinete de Estudos da IL, com um percurso profissional no sector segurador e, para um melhor esclarecimento, foi a responsável pelo pensamento político de um partido que nunca escondeu a sua simpatia pela capitalização, pela responsabilidade individual e pelo "emagrecimento" do peso do Estado.
já os outros elementos fazem parte de diversos gabinetes governamentais e organismos públicos ligados ao Trabalho, às Finanças e à Segurança Social.
por aqui estamos conversados.
sobre o tal deficit apresentado, se o Estado tivesse pago a taxa patronal (TSU) de 23,75% desde 1990, o sistema unificado de pensões, o tal Segurança Social + CGA, teria hoje um excelente excedente acumulado.
curiosamente ou não, o Governo encomendou o estudo (quanto é que terá pago? e de onde saiu o valor?), o estudo foi apresentado e o Governo calou a boquinha sobre o assunto.
tão previsível!
aproveitando a primeira nota, é a falácia…
