quarta-feira, 8 de abril de 2026

tenho vergonha de Paulo Rangel ser ministro...

as declarações do antigo Bastonário da Ordem dos Médicos e actualmente deputado, proferidas hoje na AR se não fossem tristes entravam diretamente no adenotário nacional

segunda-feira, 6 de abril de 2026

alguém me diz o nome da agência de publicidade que faz aqueles filmes para propaganda do governo (sim também me refiro aquele do cinto de segurança ou melhor à ausência dele)!
e já agora quanto è que esta brincadeira nos custa?
mas quero mesmo é saber o nome da agência que é para nunca a contratar. 

“Não reconheço ao primeiro-ministro conhecimento setorial para falar de caos na Saúde deixado pelo PS”, Marta Temido no DN de hoje

quarta-feira, 1 de abril de 2026

"...
Os dados da Pordata e do INE são claros: sem a intervenção do Estado (incluindo pensões), a taxa de pobreza em Portugal seria de 40,3%; com o “paliativo” das transferências, o número desce para 15,4%. À primeira vista, parece um sucesso. Mas esta descida é uma ilusão estatística. O que os números revelam é uma sociedade “implantada” no Orçamento do Estado: nos impostos, que a (pouca) classe média paga, no consumo, renda de todos, e no que por enquanto ainda se consegue “sacar” da Europa, eternamente vista como porquinho-mealheiro. O modelo de governação assistencialista, predominante no último quarto de século, especializou-se em tornar a pobreza suportável, mas nunca em torná-la evitável.
...
A ética de Adam Smith pressupunha que a dignidade vinha da utilidade que cada um traz à sociedade, mas o modelo assistencialista inverteu este princípio. Hoje, uma fatia enorme da população portuguesa depende da “bondade” de quem faz o Orçamento do Estado. Esta é a “população implantada” de que Thomas Sowell escreveu: cidadãos que, por necessidade estrutural, se tornam reféns eleitorais do statu quo.
Se queremos realmente combater a pobreza, temos de parar de a subsidiar e começar a permitir que as pessoas criem riqueza. Um país que acha que é viável ter 40% da população dependente de apoios para não ser pobre, não tem um Estado Social de sucesso — é um sistema económico, no mínimo, em falência moral. Para não dizer em falência de facto e sem moral."

estes são excertos do texto de Ricardo Simões Ferreira, Editor-Executivo Adjunto do Diário de Notícias, publicado hoje no DN online.
é pena que este senhor não se tenha lembrado do assistencialismo do Estado à comunicação social(CS)
mas claro que pimenta no c@ dos outros é refresco...

as verbas delineadas pela Igreja portuguesa para pagar aos abusados por membros da igreja já por si é coisa impensável
se acrescentarmos a questão suscitada pelo Grupo Vita de ouvir novamente todos os que já tinham prestado declarações na primeira comissão já torna a coisa para além de deplorável e se ainda se entregar uma nota de recebimento com aquelas formulações/especificações, entramos no campo do execrável.

parece que o Governo português irá fazer parte do tribunal que vai julgar os crimes de guerra russos.
espero que tenha  o mesmo afã em querer julgar os crimes de guerra israelitas em Gaza, no Líbano e na Cisjordânia

quando um mês de liberdade começa mal com esta Lei da Nacionalidade




segunda-feira, 30 de março de 2026

Saramago "apresta-se" para receber um novo ataque dos Sousa Lara e Cavacos de hoje
os de hoje leram na cartilha dos de ontem.
o único escritor português premiado com o Nobel passa a opcional...
e o ministro é obrigatório?

para os Sousa Lara de ontem e de hoje



domingo, 29 de março de 2026

Paulo Núncio terá lido o JN de hoje?




da página 4 à 7. um trabalho a ler na íntegra








 

sábado, 28 de março de 2026

se fosse o Irão a assassinar os jornalistas teria caído meio mundo, como foi Israel, não caiu nada.

Trump já deve estar arrependido de ter ido na conversa do israelita.
e pior será quando começarem a chegar urnas aos EUA

tenho vergonha de Paulo Rangel ser ministro... as declarações do antigo Bastonário da Ordem dos Médicos e actualmente deputado, proferidas h...