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sexta-feira, 18 de julho de 2025

não estávamos nós refeitos do triste espectáculo servido pela Assembleia da República, quando nos cai no colo a questão da alimentação debatida na CPLP e na omissão deliberada da referência ao direito à alimentação do povo Palestiniano.
cada dia, cada vergonha que nos atiram ao rosto.
gentinha é o que é...

a propósito de gentinha, não posso deixar passar em branco as declarações do representante de Israel nas ONU.
diz o referido senhor e a propósito das declarações aquando do ataque dos israelitas à Síria, que Guterres de continuar "a expor a sua falência moral".
o representante de um governo que tem imposto o genocídio em Gaza a falar de moral é de uma hipocrisia atroz.
e não venham com a história que estão a defender os drusos.
este ataque é para demonstrar ao novo governo da Síria quem é que manda na zona.

sobre o estado da nação, só posso dizer que afinal somos um país rico.
suplementos de reforma, descida do IRC, pagamento de deslocação aos professores, tudo...
não houvesse eleições em outubro e não havia nada.

terça-feira, 1 de julho de 2025

uma prosa  de João Miguel Tavares no Público de hoje 

"Mariana Leitão, futura líder da Iniciativa Liberal. Ao aproximar-se do poder, começou a ser escrutinada, e o escrutínio é embaraçoso para um partido com os princípios da IL: a sua vida profissional, pré-política, resume-se a 13 anos a trabalhar na empresa Puaça, uma subsidiária da Sonangol, onde chegou a administradora. Entrou aos 23 anos, com esta coincidência chata: o então todo-poderoso presidente da Sonangol, Manuel Vicente, era cliente do escritório do seu pai, António Leitão. Instada pelo Observador a comentar esse facto pouco meritocrático, disse: “Não estou habilitada para responder em relação à actividade profissional passada de advogado do meu falecido pai.” É o que em termos futebolísticos se chama uma bola para o pinhal. Dá ideia de que a IL gosta tanto de Joseph Schumpeter que decidiu adoptar para si própria o conceito de destruição criativa." 





ao que parece, Israel está disposto a fazer acordos com a Síria, mas está fora de causa devolver os Montes Golã
agora que o poder na Síria foi forçado a cair (já tínhamos visto isto na Líbia, no Iraque no Afeganistão, entre outros e quanto a resultados eles sempre foram desastrosos), Israel quer acordos - não vá o diabo tecê-las - globais, mas quanto às terras roubadas não há devoluções.
tenho a certeza que Erdogan está mais que arrependido de ter apoiado a queda de Bashar al-Assad por causa dos Curdos do PKK.
é que Ahmed al-Sharaa está disposto a negociar com Israel e tem deixado que os serviços secretos americanos possam penetrar livremente no país





gostei das primeiras medidas de Péter Magyar. encerrar o serviço noticioso da televisão estatal e dizer ao Presidente da República para se d...