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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

e assim se faz...
o fundo de pensões dinamarquês AkademikerPension vai vender títulos do Tesouro norte-americanos devido à situação financeira do governo dos Estados Unidos, no meio de uma crise transatlântica resultante da ameaça do Presidente Donald Trump em anexar a Gronelândia. 
convém esclarecer que o AkademikerPension, não é uma coisa qualquer, trata-se do fundo de pensões que gere as poupanças dos professores e académicos dinamarqueses, com investimentos totais que, segundo o seu site, ascendem a 164 mil milhões de coroas dinamarquesas (cerca de 22 mil milhões de euros), detém títulos do Tesouro dos EUA no valor de 100 milhões de dólares (cerca de 85,24 milhões de euros).

finalmente a Europa parece querer sair da posição de cócoras em que costuma estar face às ameaças do senhor do outro lado do Atlântico.
o Parlamento Europeu decidiu suspender o processo de ratificação do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e os Estados Unidos, em resposta às mais recentes ameaças do Presidente norte-americano, indicaram hoje os principais grupos políticos.
que continue este peito feito...

o senhor das falácias começou hoje as jogadas rasteiras.
está chateado por verificar que lhe estão a fugir do colo aqueles que ele pensava serem seus apoiantes convictos.




quarta-feira, 16 de julho de 2025

já referi aqui por diversas vezes que esta equipa da UE é a pior que alguma vez esteve à frente da instituição e cada dia que passa mais situações corroboram este meu entendimento.
a última prende-se com a questão das tarifas.
começou a circular esta semana uma lista provisória dos vários produtos que estarão na mira da União Europeia (UE) para serem penalizados com tarifas elevadas, uma forma de retaliar contra o anúncio dos Estados Unidos da América (EUA), que no sábado ameaçou impor às empresas europeias uma tarifa comercial de 30% a partir de 1 de agosto.
nessa lista, avaliada em 72 mil milhões de euros de importações dos EUA para a Europa, constam dezenas de produtos considerados estratégicos e cuja tributação adicional pode fazer alguma mossa aos EUA.
nela estão incluídos produtos fabricados pelos Estados Unidos, como instrumentos de ótica e precisão, aviões, motociclos, carros, bebidas alcoólicas (vinho, bourbon, etc.), fruta, brinquedos, armas desportivas, instrumentos musicais.
já quanto às armas e outro equipamento militar estão fora desta lista.
claro que este era uma machadada séria na economia americana, mas como poderia enfurecer o sr. Trump, fica de fora da lista.

ontem também escutei a sra. Kaja Kallas a falar sobre mais sanções à Rússia.
achava bem se tivessem a dignidade de suspender o acordo com Israel.
como não têm, acho a maior hipocrisia de todos os tempos.

ainda a questão de armamento.
é tudo muito engraçado.
Trump quer apoiar a Ucrânia cedendo-lhe armamento que possa fazer mossa nos russos.
mas Trump não cede nada.
Trump vende armamento à NATO para nós pagarmos e depois a NATO cede à Ucrânia.
ou seja, Trump desenvolve a sua economia à custa da guerra.
claro que o sr. Mark Rutte como adora bajular o presidente americano, esfrega as mãos de contente e diz ámen.
Paulo Rangel, saiba-se lá porquê, concorda em absoluto.
e cá estamos nós para pagar...

domingo, 13 de julho de 2025

um dia iremos ser todos julgados por cobardia.
a Palestina (ou o que dela restar após o genocídio praticado por Israel) terá mais que razões para nos pedir responsabilidades pelos milhares de mortos e e feridos.
dois pesos e duas medidas.
continuo a não entender a não denuncia do acordo UE com Israel.

uma palavra de saudação para Francesca Albanese. 

quanto às tarifas, é só paninhos quentes e empurrar para o amanhã.
é mesmo fraca esta liderança da UE (Costa incluído). 

terça-feira, 20 de maio de 2025

parece que a UE gizou mais sanções à Rússia pela guerra na Ucrânia.
cambada de hipócritas e cobardes que continuam a ver ser assinados em massa os palestinianos em Gaza e metem a cabeça na areia.
quase me apetece apelar a um novo tribunal em Nuremberga.

os Estados Unidos confirmaram a concessão da exploração, por 100 anos, de parte das reservas petrolíferas da Venezuela à empresa privada No...