diz o acordo entre a administração norte-americana liderada por Donald Trump e a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, a NABEP poderá perfurar durante um século 17 campos petrolíferos que contêm cerca de 65 mil milhões de barris de crude, o equivalente a aproximadamente um quinto das reservas venezuelanas.
a Casa Branca (Trump) adiantou ainda que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos passará a deter uma participação de 35% na empresa-mãe da NABEP, enquanto o Departamento de Estado terá o direito de adquirir, ao preço de produção, 20% do petróleo extraído para reforçar as reservas estratégicas norte-americanas.
se pensarmos que a Venezuela sofreu recentemente um abalo terrível que provocou um número de mortos ainda não definido, com feridos a atingirem um número assustador e a falta de capacidade médica para os acompanhar, com edifícios destruídos e milhares sem habitação, olhamos para os 65 mil milhões de barris das reservas de petróleo do país sul-americano que vão voar para os EUA e sentimos a vergonha tomar conta de nós.
também uma palavra para a comunidade internacional que, tal como noutros casos, se veste de cobardia.
por fim, uma palavra para o silêncio da tal senhora que deu a medalha do Nobel ao Trump: um nojo.
estamos conversados sobre Maria Corina Machado e também sobre Edmundo González Urrutia e espero que que o povo não se esqueça desta gentalha.
terminado o outro livro, nova sugestão:
