que coisa estranha...
o gabinete do deputado eleito pelo Chega e agora não inscrito desde sexta-feira, Miguel Arruda, no parlamento, foi hoje alvo de buscas e apreensões, numa ação presidida por uma magistrada do Ministério Público.
até aqui nada de anormal face à questão que está a decorrer.
o mais estranho prende-se com o comunicado da assessoria do Chega que fez saber que o partido “autorizou hoje que as autoridades policiais e judiciárias se deslocassem ao gabinete” do deputado Miguel Arruda.
primeiro o Chega não tem que autorizar ou não autorizar já que a polícia ia a coberto de um mandado de busca e apreensão e acompanhada por uma magistrada do Ministério Público.
segundo, se o deputado é não inscrito e não deputado do Chega como é que é o partido que autoriza?
fiquemos assim...
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2025
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