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quinta-feira, 30 de outubro de 2025

a melhor definição que li sobre Marcelo.
escrita por Ascenso Simões no Expresso:
"O país vai a votos para eleger o mais alto magistrado da Nação. E fá-lo depois de uma década de presença de Marcelo que se transformou naquele membro da família que aparece sempre para jantar, não deixa falar ninguém e, mesmo que as crianças já tenham ido dormir, continua a atanazar-nos a cabeça sem perceber que só por respeito por nós próprios não o colocamos na rua."

é significativo que a PJ tenha feito buscas no Novo Banco no dia em que este foi vendido.

o ministro da Educação apelou às empresas de construção para contratar trabalhadores: "Vamos precisar do vosso trabalho, temos centenas de escolas para recuperar"
eu se fosse a ele falava primeiro com o colega de Governo, Leitão Amaro.

 

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

 

Carlos Moedas convocou uma reunião para o dia seguinte às eleições para "não partidarizar" o desastre no Elevador da Glória.
mais uma fuga para a frente.
e já agora recordo a promessa de demissão se ficasse provado que tinha chegado alguma indicação ao gabinete.
e então a carta da comissão de trabalhadores?
a falta de palavra é uma chatice

o livro do Miguel Carvalho "Por dentro do Chega" foi apresentado ontem.
o primeiro terramoto foi já hoje: o deputado do Chega, Gabriel Mithá Ribeiro, que era secretário da Mesa da Assembleia da República, renunciou aos cargos parlamentares e vai ser substituído.

e então senhor ministro da Educação 78% dos agrupamentos das escolas públicas enfrentam falta de professores, com 38 escolas a acumular mais de 10 horários em aberto, sobretudo em Lisboa e na Península de Setúbal
muito diferente dos 98% das escolas tinham todos os professores colocados que tinha afirmado antes do ano lectivo.
e calma que ninguém está a inventar, estes são números do ministério.
lá foi o senhor professor Fernando Alexandre apanhado

quarta-feira, 3 de setembro de 2025

uma leitura obrigatória

e ainda...

parabéns à Bélgica que, segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros belga Maxime Prévot, vai reconhecer o Estado da Palestina na Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro e para além disso irá impor 12 sanções contra Israel, incluindo a proibição de importação de produtos, uma revisão da política de compras públicas a empresas israelitas, proibições de sobrevoos e trânsito de embarcações e a declaração como 'persona non grata' de "dois ministros israelitas extremistas, vários colonos violentos.
haverá também sanções contra líderes do Hamas.

privilégio senhor ministro???!!!!
eu sabia que a educação é um direito e não um privilégio, pelo menos é o que está plasmado na nossa Constituição
mas sim, da maneira que os senhores estão a fazer vai ser mesmo um privilégio para alguns, aqueles que têm capacidade monetária, porque os outros vão ficar afastados.
parabéns senhor ministro, o senhor que era de Santa Comba não teria dito melhor...





terça-feira, 24 de setembro de 2024

o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, admitiu ontem que há ainda "mais de 200 mil alunos" sem aulas, mas fez um balanço positivo, do começo do ano letivo, que diz, começou com "tranquilidade e normalidade".
seria interessante que o sr. ministro envie este número ao comentador Marques Mendes para que ele possa pedir desculpa por ter dito que este ano foram menos os alunos sem professor relativamente ao ano passado.
diz o povo e com razão: pela boca morre o peixe.


sexta-feira, 13 de setembro de 2024

Rui Rio teve uma ideia peregrina:
Leonor Beleza para Procuradora Geral da República
só não me rebolo no chão a rir porque estou vestidinho de lavado.

20 minutos e está a coisa feita

o ministério da Educação conseguiu o que queria, dividir os professores.
o subsídio de deslocação serviu na íntegra os seus propósitos. 

o PSD conseguiu enredar o PS na história do orçamento.
vamos ver como acaba esta comédia.

quinta-feira, 27 de junho de 2024

o ministro da Educação defendeu hoje que é preciso melhorar os conhecimentos dos alunos sobre literacia financeira, considerando que "estar na média da OCDE é pouco" e reconhecendo a importância das escolas e professores neste processo.
pois bem, toda a gente sabe que Fernando Alexandre é um economista, daí que este particular interesse na literacia financeira não é de estranhar
mas senhor ministro talvez fosse mais importante antes da literacia financeira ajudar os alunos a compreenderem português e isso só se faz com leitura e interpretação de textos.
a partir daí os alunos estarão preparados para saberem interpretar um problema matemático e chegarem à sua resolução e quem diz matemática, diz outras disciplinas.
promovam os alicerces.
deixem-se de construir telhados assentes em madeira com bicho
deixo aqui um texto soberbo que deverá fazer-nos pensar se é mesmo isto que queremos...
eu não quero

amanhã o Kompensan vai esgotar tal vai ser a azia de muitos com a nomeação de António Costa.

sexta-feira, 14 de junho de 2024

escutei as medidas do governo para a educação e fiquei pasmo
contratar professores reformados e mais horas extras?!
levantem os cus das cadeiras e vão até às escolas e passem lá o dia e ficarão a saber que nenhum professor reformado quer voltar e já nem falo das horas extras...
a "grande contratação" de Luís Montenegro acaba de se esparralhar ao comprido e sem colchão

  

sábado, 16 de julho de 2011

O "Expresso" desta semana é um manancial. Desde a história de Bairrão até à Oigoing é um fartar.
A primeira que destaco é a história de Bernardo Bairrão e os serviços secretos. Tivesse esta história ocorrido durante o  governo de Sócrates e já teria caído o Carmo e a Trindade.
Onde é que está a dignidade desta gente. E a ser verdade a questão do telefonema de Moura Guedes a Passos Coelho, então a coisa piora ainda mais.
Caia quem cair, mas sejam dignos do lugar que ocupam.

E depois até parece que as coisas estão interligadas. Bairrão é contra a privatização da RTP e a Ongoing, onde Moniz é vice presidente - Moniz que é marido de Moura Guedes -, quer a RTP. O Expresso diz que a Ongoing entra em África com a ex-empresa de Passos. A ser assim, está tudo truncado e voltamos à dignidade.

Também esta semana a educação voltou a estar na ordem do dia. Primeiro porque o sr. ministro mandou às malvas algumas das suas ideias e afirmações e salientou que 266 escolas irão encerrar de imediato. 
Mas nem só por isso foi a educação destaque.
Os resultados dos exames mostraram um agudizar nos resultados quer em português quer em matemática. E eis que o sr. ministro decidiu de imediato mandar às urtigas quer a área de projecto quer o estudo acompanhado e privilegiar o português e a matemática em termos de carga horária.
Penso que o sr. ministro leu os indicadores e deu conta de que o grave problema se situa na escrita e na interpretação.
Assim importa reforçar as competências de interpretação. De que importa ter mais tempo em matemática se os alunos não souberem fazer interpretação do que está escrito?
Para quem vinha decidido a acabar com experimentalismo e a fazer mil e uma coisas logo nos primeiros dias, estou esclarecido... ou não


Ainda no Expresso desta semana saliento o excelente artigo de Pedro Adão e Silva "Um pouco mais de política" 


A terminar. Como é que querem que lá fora nos levem a sério se apresentamos como medidas para cortar nas gorduras do Estado o fim da utilização das gravatas para não ligar os ar condicionados... tenham dó



domingo, 3 de julho de 2011

Mais uma semana repleta. Vou servir-me das palavras de Paulo Portas no discurso de encerramento do debate do programa de Governo. Disse pois o actual ministro dos Negócios estrangeiros que: “precisamos como de pão para a boca não apenas de uma cultura de acordo político, mas de uma cultura de acordo social e de negociação” e ainda “os portugueses não terão demasiado indulgência para com aqueles que queiram ignorar o voto popular e cansar o país com recurso a greves sistemáticas”.
Temos de concordar que são palavras lindas.
Mas mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
Paulo Portas clama agora por aquilo que nunca ofereceu: diálogo, empenho e não descansou enquanto o Governo do PS, eleito pelo voto popular, não caiu...
Mas não ficamos só por aqui.
Nuno Crato, o novo ministro da Educação, fez questão de dizer que afinal não quer implodir o ministério, mas fez questão de afirmar que “o Ministério da Educação é uma máquina gigantesca que, em muitos aspectos, se sente dona da educação em Portugal. Eu quero acabar com isso.”
Então qual é o futuro da educação? É entregue a alguma comissão saída do “Compromisso Portugal”? Ou será do “Mais sociedade”?
Mas isto ainda não é a cereja no topo do bolo.
A cereja foi dada pelo Primeiro-Ministro. Passos Coelho lançou um novo e arrepiante imposto, isto apesar de ter criticado os anteriores aumentos de impostos. Mas não só. Passos Coelho sempre afirmou que iria orientar a sua acção no corte das “gorduras” do Estado...
Tretas, o primeiro ataque foi ao “osso do contribuinte”.
De uma penada foram 800 milhões no subsídio de Natal.
Mas para nos tentar dizer que os esforços são de todos, acabou por referir que vai cortar mil milhões na despesa do Estado.
Que curioso, para aumentar a receita sabia logo onde ir buscar, mas para cortar na despesa não sabe...
Então não estavam todos bem preparados e cheios de sabedoria sobre o governo deste país?!
O senhor da “pentelhice” falou tantas vezes em “gorduras” que tinha obrigação de saber onde estava o tecido adiposo.
Afinal o que se depreende é que estes senhores estão todos “às apalpadelas” e a única certeza que têm é utilizar a medida que sempre criticaram aos outros: aumentar impostos.
Em jeito de conclusão sobre o programa de Governo, apraz-me salientar que ele é muito mais duro que o PEC IV e que eu me lembre esse PEC foi chumbado por ser um ataque aos portugueses.
Pois é, quanto a ataques estamos conversados: este foi tão só um massacre.

Mas nem só de Governo viveu a semana, o senhor Presidente também deu uma ajudinha. Decidiu pedir aos portugueses para se agarrarem à solução que escolheram.
Pois bem, tenho a ligeira impressão de que se se agarrarem estão bem tramados.
Esta é a cooperação activa????????

Estou à espera que a história que hoje é contada na página 10 do Expresso de ontem “Como as guerras com Moniz e Moura Guedes tramaram Bairrão” seja investigada a sério, porque a ser verdade ela comporta factos que demonstram submissão a poderes extra-governo, falta de ética, o que por si consubstancia uma falta de credibilidade para o exercício de funções governativas.
Acresce o facto de Balsemão ter “tirado” o programa a Moura Guedes.
Importa também não esquecer que durante o governo anterior foi criada uma comissão de inquérito sobre o caso TVI...

Para finalizar importa dizer que o secretário de Estado da Cultura ainda não se demitiu.
Se tomarmos em consideração que é voz corrente que Passos Coelho impôs que não podiam entrar para o Governo quem tivesse eventuais “casos” jornalísticos ou judiciais... então estamos conversados.

estou de acordo com Erdogan. aquando da formação do governo de Montenegro coloquei reservas na ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho...