estava-se mesmo a ver que Macron ia dar um tiro no pé.
perante um resultado eleitoral já de si complexo, mas com a esquerda a assumir a liderança, Macron foi chamar Michel Barnier. por pouco não convidava Marie Le Pen
temos de concordar que não foi um tiro de espingarda, foi mesmo de obus...
tenho na memória as palavras do sr. ministro dos Negócios Estrangeiros, mas também tenho a certeza do que diz a Convenção de Genocídio...