a ler sim este texto do David Dinis no Expresso
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a ler sim este texto do David Dinis no Expresso
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uma constipação chata afastou-me deste espaço.
apesar de ainda não estar completamente debelada, já me permite deixar aqui algumas linhas.
em primeiro desejo a todos uma Feliz Quadra Festiva.
o senhor de Belém vai reunir o Conselho de Estado no próximo dia 8 de janeiro.
espero que Marques Mendes tenha a decência de não ir.
o senhor Primeiro Ministro lá veio perorar na mensagem de Natal.
a ele digo o seguinte: desça à terra.
e do Expresso de hoje
hoje comprei o "Nascer do Sol".
não porque acreditasse ser um jornal novo, mas porque queria ler a entrevista do Procurador Geral da República à Felícia Cabrita.
depois de ler cheguei à conclusão de serem mais vacuidades que outra coisa.
nada de importante ressalta das respostas à entrevista.
sobre o jornal, triste como sempre foi, aliás a melhor definição sobre este novo "Nascer do Sol" é que "é cão velho com coleira nova" (como sabemos a coleira é o menos importante).
aliás, fico até admirado de ver algumas pessoas a escreverem lá
também o "Expresso" apostou em dar palco a quem não tem interesse nenhum.
refiro-me a Cavaco Silva.
de quando em quando sai do seu recanto e espalha umas palavras pela comunicação social.
quanto a mim faz mal, já que somente um lote de apaniguados rejubila de contentamento.
para a maioria do povo português é uma personagem sem expressão.
hoje quis pedir apoio para a candidatura de Marques Mendes à presidência, atirando contra o almirante e também contra Ventura.
eu se fosse a Marques Mendes agradecia, mas pedia para ficar quieto.
penso que o apoio de tal pessoa é mais prejudicial do que benéfico.
ainda no "Expresso" dei conta de uma sondagem sobre as autárquicas em Sintra.
acreditem que fiquei pasmo
a sondagem tem um quadro com as características dos candidatos e digam-me lá como é que 803 pessoas conseguem determinar quem é mais ponderado, mais simpático, quem mais se preocupa com as pessoas e sobretudo mais honesto
tudo isto é falso.
quantas destas pessoas mantiveram contatos pessoais com os candidatos em causa para se poderem pronunciar sobre a sua honestidade?
isto é a mesma coisa que me questionarem sobre empresas ou centros de sondagens.
eu digo uma ao calhas porque na verdade não conheço nenhuma na sua essência.
que credibilidade tem isto?
depois admiram-se de ninguém acreditar nas sondagens.
em cheio a crónica de Manuel Cardoso no Expresso...
palavras? somente OBRIGADO José Mujica.
infelizmente não aprenderam nada contigo...
vi a Ana Paula Martins discursar num comício em Vila Real.
a senhora, ainda ministra da Saúde, deveria ter vergonha de andar em campanha.
foi a pior ministra do governo de Luís Montenegro, nem a da Administração Interna, que foi péssima, conseguiu ser pior.
era bom que as pessoas tivessem a decência de se autoavaliarem.
faltava mesmo o "almirante" falhar na promessa de não falar da sua candidatura durante a campanha para as legislativas.
para início de conversa, estamos conversados...
o Expresso bem pode querer fazer o favor ao sr. Primeiro Ministro, ao sr ministro da Educação Fernando Araújo e ao seu secretário de Estado Homem Cristo, e falar do número de alunos sem aulas apresentado pelo governo.
o problema é que depois das parangonas de primeira página aparece alguém, esqueço os partidos da oposição, dos sindicatos que deitam por terra esses mesmos números e apresentam números que têm mais 10.000 que no ano passado
é o Expresso sempre na onda... da graxa
e por falar em Expresso podiam ter colocado em leitura livre o artigo de Miguel Sousa Tavares publicado ontem.
as verdades não devem ser fechadas, porque esse deve ser o que norteia os jornais e os jornalistas.
ouvi o sr. presidente da Assembleia da República dizer que para o ano todos os partidos irão comemorar o 25 de novembro.
talvez, se a AR comemorar o 11 de março e o 28 de setembro como dias em que venceu a Liberdade
ora vamos lá a ler o Expresso...
a primeira leitura é do artigo da página 8 do caderno Economia.
o diretor-geral nacional da EasyJet diz sim a um novo aeroporto, mas não quer Montijo e quer Humberto Delgado.
pois bem, lamento dizer, mas estou inteiramente contra o referido senhor.
primeiro: um novo aeroporto? e Beja, não serve, mas é um excelente aeroporto.
criem as condições de acessibilidade necessárias e transfiram para lá as companhias low-cost.
claro que o senhor não quer Montijo, claro que não quer Santarém, claro que quer o Humberto Delgado.
este senhor fala do aeroporto de Atenas e de Paris...
e Inglaterra? e os países do norte da Europa?
quantos e quais são os países que têm o aeroporto central aberto às low-cost?
João Vieira Pereira (Expresso) fala da comunicação social e "que os media já não são um negócio que gera a rentabilidade que gerou no passado e que deviam ser tomadas medidas que ajudassem o sector a recuperar a robustez financeira de outrora — negociadas com o Estado por todos os intervenientes, que deviam trabalhar juntos para encontrar soluções para problemas comuns."
falar com o Estado em que sentido?
mas sempre que o Estado interfere não é para aproveitamento próprio?
agora o Estado já é bom?
diz ainda "o desespero financeiro permitiu o aparecimento de “novos” empresários de media, para quem a sustentabilidade do negócio nunca foi sequer uma questão, tudo feito com a anuência ou passividade do poder político e contra as regras legais."
pois é, o poder político é aquele malvado que subverte tudo, mas que dá muito jeito para vender primeiras páginas.
no caso da Global Media, onde estava a ERC quando o grupo foi comprado por Marco Galinha e onde estava novamente quando este vendeu?
o que faz a ERC?
talvez seja preciso dizer que há muita gente no ofício que não sabe o que é a falta de liberdade e que mais não são do que "vendilhões do templo"
veio-me agora à memória os Panama-papers e o que ficou por dizer ou mostrar.
notícia de primeira página do Expresso desta semana: Catarina Furtado divorciou-se...
para ler isto posso comprar o Correio da Manhã e sempre é mais barato.
gostava de conhecer bem a história da ligação do Instituto Superior de Agronomia com um colégio de Campo de Ourique.
sempre fui apologista de antes de apoiar os outros devemos apoiar os nossos, ou então, se pudermos, que o façamos aos dois ao mesmo tempo.
afinal as cargas policiais tiveram "patrono". o mesmo "patrono" que diz à boca cheia que é preciso respeitar a lei, mas ...