Erasmo escreveu no Elogio da Loucura que existem
sobretudo duas coisas que limitam a loucura do homem: uma é a vergonha, que
arrasta o desprezo, a outra é o medo, que, indicando o perigo, obriga a
preferir a prudência à ação
a propósito da saúde no nosso país apetece dizer que Montenegro não tem nada
que limite a sua loucura.
não tem vergonha de manter a ministra da saúde, o diretor executivo do serviço
nacional de saúde e o senhor presidente do INEM em funcionamento e a segunda é
o medo de tomar atitudes e prefere deixar as coisas como estão.
morreram três pessoas em dois dias e a culpa, escutando todos os responsáveis,
parece ser de quem faleceu.
ter a hombridade de referir de quem foi a preparação da compra é que ficava bem.
é este tipo de gente que nos governa.
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