Acho deveras importante que o Papa peça perdão pelos sacerdotes, só acho que ao ritmo que os casos estão a aparecer (e não me refiro somente aos casos de pedofilia), estou em crer que o Papa, vai ter de repetir este pedido por mais algumas vezes.
E porque estamos a falar de sacerdotes gostaria de referir que não percebo muito bem o alcance da carta publicada no "Expresso" pelos Católicos de Portugal com o título "Carta aberta aos padres de Portugal/ a todos".
sábado, 12 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Não fosse Israel se julgar acima das leis internacionais e não fosse a cobardia de muitos e o barco humanitário que se dirigia à Faixa de Gaza teria chegado ao seu destino.
Dizem-se cobras e lagartos sobre os piratas somalis, mas esses tanto quanto se sabe nunca atacaram barcos humanitários.
Parece que o Banco Ambrosiano está de novo na berra http://www.ionline.pt/conteudo/62546-banco-do-vaticano-suspeito-lavagem-dinheiro. Não vejo onde está a admiração. Lembram-se de Paul Marcinkus ter escapado à prisão só porque quando desceu do avião em itália foi metido de imediato num carro do Vaticano que o levou logo para o Vaticano.
Palavras, palavras e nada mais do que palavras. Coragem para acções concretas que é bom... nada http://www.ionline.pt/conteudo/62519-onu-condena-ataque--frota-humanitaria-mas-nao-censura-israel.
"Nova taxa de IRS entra hoje em vigor. Ninguém escapa ao aperto". É este o título do jornal i, mas está errado. Há por aí uns artistas que escapam sempre.
Podem ter muita razão, mas eu ainda não atingi o alcance da medida http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/idade-pediatrica-passa-a-ser-os-18-anos.
Dizem-se cobras e lagartos sobre os piratas somalis, mas esses tanto quanto se sabe nunca atacaram barcos humanitários.
Parece que o Banco Ambrosiano está de novo na berra http://www.ionline.pt/conteudo/62546-banco-do-vaticano-suspeito-lavagem-dinheiro. Não vejo onde está a admiração. Lembram-se de Paul Marcinkus ter escapado à prisão só porque quando desceu do avião em itália foi metido de imediato num carro do Vaticano que o levou logo para o Vaticano.
Palavras, palavras e nada mais do que palavras. Coragem para acções concretas que é bom... nada http://www.ionline.pt/conteudo/62519-onu-condena-ataque--frota-humanitaria-mas-nao-censura-israel.
"Nova taxa de IRS entra hoje em vigor. Ninguém escapa ao aperto". É este o título do jornal i, mas está errado. Há por aí uns artistas que escapam sempre.
Podem ter muita razão, mas eu ainda não atingi o alcance da medida http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/idade-pediatrica-passa-a-ser-os-18-anos.
domingo, 30 de maio de 2010
A Igreja em bicos de pés. A Igreja está em bicos de pés porque Cavaco não vetou o diploma sobre o casamento gay.
Claro está que vivemos num Estado laico, mas isso para alguns não significa nada.
Aliás uma estrutura como é a Igreja tem sérias dificuldades em perceber o conceito democracia.
Tratem das muitas questões internas que têm e deixem lá o resto.
Claro está que vivemos num Estado laico, mas isso para alguns não significa nada.
Aliás uma estrutura como é a Igreja tem sérias dificuldades em perceber o conceito democracia.
Tratem das muitas questões internas que têm e deixem lá o resto.
terça-feira, 18 de maio de 2010
O risco da dívida portuguesa é o quarto que mais sobe no mundo recentemente, colocando Portugal na sétima posição da tabela mundial dos países com maior risco de incumprimento.
Se pensarmos que os mercados estavam a acreditar no esforço português, não se percebe tudo isto, ou será que mais alguma coisa existe?
Claro que existe mais.
Josef Ackerman, presidente do Deutsche Bank, e um dos interessados em estabilizar os mercados, decidiu manifestar as suas reservas sobre a capacidade de Portugal resolver o problema do défice.
Não bastava os ataques dos especuladores, era preciso vir também este artista.
Mas o problema não fica só por aqui.
O que realmente está a acontecer é que de uma forma mais ou menos encapotada, alguns dos maiores da Europa apontam o dedo aos países mais frágeis, por forma a estarem fora da mira dos que ganham à conta da desgraça alheia.
Sim, não nos podemos esquecer que a dívida externa da Alemanha é assombrosa, a da Espanha ultrapassa a nossa, a Itália está como está, etc. e etc.
Quando o Comissário Almunia disse o que disse, todos lhe "foram ao osso". Ackerman falou e todos se encolheram.
Será que é por ser alemão?! Tenham lá paciência.
Porque estamos numa de economia gostaria de falar dos bancos portugueses. À não muito tempo era fácil encontrar as instituições bancárias a oferecerem tudo e mais alguma coisa nos créditos aos particulares, a encentivar o governo a avançar desbragadamente para grandes obras, enfim uns "mãos largas".
De repente, como o dinheiro ficou caro e não está aí à mão de semear, aqui del-rei que está tudo mal.
Vai daí que os spreads aumentam assustadoramente e as grandes obras têm de ser travadas.
Palavras para quê...
Se pensarmos que os mercados estavam a acreditar no esforço português, não se percebe tudo isto, ou será que mais alguma coisa existe?
Claro que existe mais.
Josef Ackerman, presidente do Deutsche Bank, e um dos interessados em estabilizar os mercados, decidiu manifestar as suas reservas sobre a capacidade de Portugal resolver o problema do défice.
Não bastava os ataques dos especuladores, era preciso vir também este artista.
Mas o problema não fica só por aqui.
O que realmente está a acontecer é que de uma forma mais ou menos encapotada, alguns dos maiores da Europa apontam o dedo aos países mais frágeis, por forma a estarem fora da mira dos que ganham à conta da desgraça alheia.
Sim, não nos podemos esquecer que a dívida externa da Alemanha é assombrosa, a da Espanha ultrapassa a nossa, a Itália está como está, etc. e etc.
Quando o Comissário Almunia disse o que disse, todos lhe "foram ao osso". Ackerman falou e todos se encolheram.
Será que é por ser alemão?! Tenham lá paciência.
Porque estamos numa de economia gostaria de falar dos bancos portugueses. À não muito tempo era fácil encontrar as instituições bancárias a oferecerem tudo e mais alguma coisa nos créditos aos particulares, a encentivar o governo a avançar desbragadamente para grandes obras, enfim uns "mãos largas".
De repente, como o dinheiro ficou caro e não está aí à mão de semear, aqui del-rei que está tudo mal.
Vai daí que os spreads aumentam assustadoramente e as grandes obras têm de ser travadas.
Palavras para quê...
sábado, 15 de maio de 2010
Foram-nos ao bolso. É verdade. Em nome de um déficit maluco que por cá se instalou, acharam por bem irem-nos de novo ao bolso. Nós que já possuímos uma das cargas fiscais mais onerosas da Europa vemos subir o IVA -pasme-se que é nos 3 escalões -, ser criado um novo imposto sobre o trabalho, ser actualizado o IRS e isto em cima do que já estava definido pelo PEC.
Estamos perante um dos maiores agravamentos fiscais de que há memória.
Enquanto isso, a classe política e os gestores das empresas públicas vêem o seu ordenado ser reduzido em 5% (na Espanha foi 15).
A somar a tudo isto vem aí o aumento do gás, já estabelecido, a ministra já fala no aumento da água e claro o resto também deve levar um abanão.
Não há hipótese meus senhores. Não é possível sobreviver.
Esperava a subida do escalão máximo do IVA em 2% e tudo igual nos outros escalões. Esperava ouvir que os cartões de crédito de directores, gestores e outros que tais estavam cancelados. Esperava ouvir dizer que algumas empresas públicas e municipais que só servem de "albergue" eram encerradas. Esperava ouvir dizer que a frota automóvel iria ser reduzida. Esperava ouvir dizer que os carros das empresas públicas e do Estado estavam proibidos de andar por aí, especialmente ao fim-de-semana.
A Standard & Poor desceu o rating da dívida da PT. E desceu precisamente num momento em que a PT é atacada pela congénere espanhola Telefónica. Somos mesmo pequeninos.
Estamos perante um dos maiores agravamentos fiscais de que há memória.
Enquanto isso, a classe política e os gestores das empresas públicas vêem o seu ordenado ser reduzido em 5% (na Espanha foi 15).
A somar a tudo isto vem aí o aumento do gás, já estabelecido, a ministra já fala no aumento da água e claro o resto também deve levar um abanão.
Não há hipótese meus senhores. Não é possível sobreviver.
Esperava a subida do escalão máximo do IVA em 2% e tudo igual nos outros escalões. Esperava ouvir que os cartões de crédito de directores, gestores e outros que tais estavam cancelados. Esperava ouvir dizer que algumas empresas públicas e municipais que só servem de "albergue" eram encerradas. Esperava ouvir dizer que a frota automóvel iria ser reduzida. Esperava ouvir dizer que os carros das empresas públicas e do Estado estavam proibidos de andar por aí, especialmente ao fim-de-semana.
A Standard & Poor desceu o rating da dívida da PT. E desceu precisamente num momento em que a PT é atacada pela congénere espanhola Telefónica. Somos mesmo pequeninos.
sábado, 8 de maio de 2010
Assis diz que não exclui o Bloco Central, acho muito bem. Mas se não se importar muito, podia excluir os tiros nos pés: nomeações no Instituto de Emprego, o caso de maria de Medeiros, o deputado Ricardo Rodrigues...
Aliás sobre este último, não entendo como é que o deputado ainda não pediu escusa da sua eleição para a Segurança.
Também estou de acordo, mas acho que não devem ser só os colégios, deve ser também as aulas de natação, o ballet, a equitação...
Chavez contratou mais gente para o ajudar no Twitter do que palavras pode escrever...
Aliás sobre este último, não entendo como é que o deputado ainda não pediu escusa da sua eleição para a Segurança.
Também estou de acordo, mas acho que não devem ser só os colégios, deve ser também as aulas de natação, o ballet, a equitação...
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