31 de agosto de 2010

Curiosamente, ou não, os utentes do Serviço Nacional de Saúde não partilham da mesma opinião so sr. Bastonário da Ordem dos Médicos e percebe-se bem porquê.

Até que enfim que encontramos alguém com tino na cabeça. E se aproveitássemos os conselhos de Joshep Levi e seguíssemos a recomendação cá no rectângulo luso?

26 de agosto de 2010

Que curioso... Ao que parece o governo está à espera da decisão do Banco de Portugal para ver se avança ou não com legislação para proibir a inclusão de cláusulas «abusivas» no crédito à habitação,cláusulas essas que se traduzem na possibilidade de os bancos alterarem o spread dos empréstimos como bem entenderem, alegando que o mercado assim o exige, e que foram objecto de denúncia por parte da DECO.
E eu acho que é curioso o governo estar à espera da decisão do Banco de Portugal. Será que no ministério das Finanças não existem juristas capazes de fazerem essa análise?
Mais, a própria Assembleia da República, através de um qualquer grupo parlamentar que seja, não poderá chamar a matéria à Comissão de Economia e Finanças? Ou as Comissões não servem também para isso? É por estarem no período de férias?
Seja de que forma for, trata-se de uma matéria deveras importante para todos nós e que não pode ser remetida para os infindáveis estudos tão característicos do nosso sistema.
Aqui fica uma ajuda disponibilizada pelo DE.

24 de agosto de 2010

Confesso que tenho alguma dificuldade em entender o alcance deste tipo de medidas. Vejamos, vamos pagar mais cara a electricidade para que as empresas possam ser subsidiadas?!
É curioso, nós pagamos a que consumimos e ainda temos de ajudar a pagar a que os outros utilizam. E o que recebemos em troca? Nada.
Mas o mais caricato, é não me consta que os que recebem esse subsídio, e que passam a ter menos custos na produção, diminuam os preços dos produtos.

Qual é o verdadeiro PSD? O das declarações do jornal i ou o das do jornal Sol?

Mas ainda havia dúvidas que ia ser assim? A comunidade internacional quando se trata de Israel, assobia e olha para o lado.

Mas onde paira a carta da DECO? Não levava selo e foi devolvida? A morada estava incorrecta? Se não fosse sério, dava para rir.

20 de agosto de 2010

Primeiro, o meu agradecimento ao leitor que postou o comentário a recordar-me da minha ausência. É bom ter este "feedback". Profundamente agradecido.
Agora, regressemos então.

João Silveira, vice-presidente da Associação Nacional de Farmácias, a propósito desta notícia referiu que as farmácias além «além da dispensa, informação dos medicamentos e o acompanhamento» prestam «um grande número de serviços à população totalmente grátis».
Não estou sequer a duvidar das palavras do sr. João Silveira, mas teria ficado muito mais esclarecido se, porventura, tivesse havido uma elencagem desse "grande número de serviços".
E isto porque se estão incluídos a medição de tensão arterial, índice de imc, peso, altura, isso é feito por máquinas que necessita de introdução de moedas.
Por outro lado, importa esclarecer que a proliferação de estabelecimentos farmacêuticos (tipo cogumelos) provocou que as pessoas se desloquem com maior assiduidade aos estabelecimentos que ofereçam uma maior gama de serviços. Assim sendo, esses serviços são como "marketing" e nada mais.
Para já fiquemos por aqui.