29 de setembro de 2007

A GlaxoSmithKline Portugal foi surpreendida com o aumento das vendas do sal de fruta efervescente Eno. Ao que se sabe este aumento ficou a dever-se ao resultado das eleições no PSD que provocou uma azia desgraçada de norte a sul de Portugal, Ilhas, passando pelo Parlamento Europeu e Emigração.
Agora de uma forma mais séria é altura de dizer que no essencial se verificou o que eu sempre disse.
Afinal tanto nome sonante com Marques Mendes e ontem à noite nada. Onde estavam Marcelo, Graça Moura, Guilherme Silva, Costa Neves, Marques Guedes, Pacheco Pereira, Dias Loureiro e outros?
A festejar a derrota de Mendes e a pensar como é que podem apear Menezes em 2009.
Curiosamente Alberto João, um apoiante confesso de Mendes, declarou hoje que o partido, a nível regional, é solidário com o novo presidente do PSD nacional, Luís Filipe Menezes, desde que este seja também solidário com a Madeira.
Isto é tudo muito engraçado, mas convem não esquecer que as directas na Madeira tiveram 2.010 inscritos, dos quais participaram 1.519 militantes, sendo que Marques Mendes obteve 1.124 votos (75 por cento) e Luís Filipe Menezes 376 (25 por cento). Registaram-se ainda 13 brancos e seis nulos.
Importa igualmente destacar a posição expressa hoje por Santana Lopes no seu blog www.pedrosantanalopes.blogspot.com.
Também curiosa foi a posição de Nuno Melo, porta-voz do CDS/PP. Disse o ilustre, em declarações à Lusa, que: «Para nós, é indiferente quem está à frente do PSD. Nunca dependemos do PSD para coisa nenhuma e assim tencionamos continuar no futuro». É de morrer a rir.
Curiosamente hoje já ouvi de tudo, inclusivamente que Sócrates vai ter mais dores de cabeça. Na minha modesta opinião não penso assim. Basta ir buscar declarações de Menezes proferidas antes de ser candidato e algumas até depois de ser candidato para verificar que sobre saúde, educação, tratado europeu, leis laborais, da justiça e mais alguns pontos sempre foram no sendito de apoio e não de repúdio.
Para terminar basta referir que se houvesse coerência havia gente que pediria a demissão imediata dos lugares que ocupa (Guilherme Silva e Graça Moura são disso exemplo vivo).
E já agora estamos à espera da demissão de Manuel Frexes.

Vale a pena ler o DN de hoje.

Ontem fecharam as páginas do "Tal & Qual". Longe da vitalidade de outros tempos o título arrastava-se penosamente.
É triste, mas valeu mais assim.

28 de setembro de 2007

Estou à espera da "chapelada" no PSD. E atenção, ganhe quem ganhar uma coisa é certa será a eleição mais trapalhona de sempre. Nenhum dos candidatos se irá livrar de ficar nos anais da má história do PPD/PSD, para além de que pairará sobre eles sempre a questão da pouca seriedade e dos subterfúgios utilizados.
Ainda por cima, não é só o líder. As eleições para a distrital da Figueira da Foz também estão em polvorosa.
Pereira Coelho até já apresentou uma queixa crime.
Curiosamente Pereira Coelho é irmão do José Alberto que também se candidatou contra Mendes nas últimas eleições mas que desistiu por causa de umas complicações com cadernos eleitorais e assinaturas. O que significa que esta temática já não é nova.

E agora mais um excelente artigo de Fernanda Câncio.

Para terminar o Editorial de hoje do DN que acompanha o meu comentário de ontem sobre Santana Lopes.

27 de setembro de 2007

Onde e quando é que param os dislates. Os dois candidatos à liderança do PSD atingem todos os dias o grau zero das boas regras de convivência democrática entre si. E como se isto não bastasse e fosse mais do que suficiente ainda somos confrontados com apoiantes de um lado e outro a debitar opiniões tão ou mais incongruentes que os próprios candidatos.
Decorre pois toda esta triste romaria quando eis que decidem ainda descer mais baixo. E vai de afirmar que uma das candidaturas truncou o parecer do Prof. Jorge Miranda.
E se o texto a que o Expresso teve acesso for correcto? Adeus Marques Mendes, adeus Macedo, adeus Marcelo, Balsemão, etc e etc.

Ainda a propósito desta quase "batalha campal" devo deixar aqui bem explícito que concordo - pela primeira vez saliente-se - com Pedro Santana Lopes. O caso em questão já foi profundamente publicitado, trata-se do abandono da entrevista ontem na SIC-Notícias.
Santana Lopes foi convidado pelo referido canal para dar uma entrevista às 22h30 sobre a "batalha campal" no PSD.
Eram 22h36 sensivelmente quando a pivot Ana Lourenço lhe coloca a primeira questão. Santana Lopes nem consegue responder já que de imediato transferem a emissão para o aeroporto da Portela, onde num directo se dá conta da chegada de José Mourinho.
Se a interrupção fosse motivada por uma qualquer questão relacionada com o PSD ou mesmo com um facto nacional de inegável interesse percebia, agora interromper uma entrevista que a SIC tinha solicitado só porque chegou Mourinho, revela, no mínimo, alguma falta de respeito pelo convidado, daí que perceba e apoie Santana Lopes por ter abandonado a entrevista.

E agora o amor. Não ensandeci, estou antes a referir-me ao festival que vai acontecer em Beja.
Arranca amanhã, sexta-feira, pelas 18 horas, na Praça da República em Beja e durante três dias a Feira do Amor.
O programa é vasto e variado.
A primeira noite comporta uma sessão de declamação de poesia erótica, por Luís Graça e Rui Unas, seguida da sensualidade e do "glamour" das músicas do projecto português La Vie en Rose, que explora um encontro entre as culturas francesa, portuguesa e brasileira, um "show transformista", uma Festa Afrodisíaca, com um concerto do músico português Adi Cudz, um "show de striptease", um espectáculo de dança do ventre e uma "Love Party".
A segunda noite oferece a peça "As vampiras Lésbicas de Sodoma", pela Companhia de Teatro do Chiado, um espectáculo de homenagem ao compositor brasileiro Vinicius de Moraes, e o concerto do fadista Rouxinol Faduncho, a personagem criada pelo actor Marco Horácio.
O último dia oferece, entre outras, o espectáculo cómico "É Por Aqui...", também pela Companhia de Teatro do Chiado, a sessão de curtas-metragens "Paris, Je T'aime", com a exibição de uma colectânea de pequenas histórias de amor.
Durante a feira funcionarão barraquinhas de beijos, doces conventuais, livros e discos relacionados com assuntos do coração, tasquinhas com petiscos e produtos afrodisíacos, tendas de astrólogos e cartomantes.
O delicioso do evento é que ele evoca Mariana Alcoforado, a religiosa da Ordem de Santa Clara, do Convento da Conceição de Beja, que nasceu, viveu e se apaixonou na cidade pelo cavaleiro francês Noël Bouton, Marquês de Chamilly.

26 de setembro de 2007

Hoje faz anos o PoSAT-1. Dirão vocês que estou maluco. Poderei estar, mas isso não me impede de saudar o primeiro satélite português.

Cada vez estou mais convicto do que disse anteriormente sobre o resultado das eleições no PSD. Marques Mendes pode ganhar, mas terá sempre a pairar sobre si a imagem de uma vitória pouco clara.
Por outro lado é inequívoco que Filipe Menezes está a incomodar. Todos os dias tem de vir alguém sonante defender Marques Mendes e atacar o outro candidato. Agora coube a vez a Vasco Graça Moura.
Mas enquanto isto, a baixeza continua.
E atenção, se eu fosse o Guilherme Silva ou o Miguel Macedo, por uma questão ética abandonava os cargos que exercem e, então sim, apoiava quem queria.

E por falar em PSD, Morais Sarmento está vivo, é bom não esquecer.

Tribunal da Relação de Coimbra confirmou que no caso da pequena Esmeralda, Baltazar Nunes, pai biológico, terá de ter acesso semanal à menor e por ele passarão todas as responsabilidades legais inerentes ao poder paternal.
A transição da menor será «gradual» e respeitando «os superiores interesses da menor» e só após uma decisão das equipas de acompanhamento psiquiátrico e psicológico que irão dar apoio a todas as partes, disse a mesma fonte.
Com isto a Relação de Coimbra, mais não fez do que repetir a decisão já tomada em 2004. Claro que todos nós percebemos e já sabíamos que a Relação iria actuar assim para não "perder a face".
O curioso, para não dizer cómico é os srs. juízes terem usado a frase "os superiores interesses da menor".
A cada dia que passa somos obrigados a questionar estes senhores dos tribunais superiores, porquanto emitem decisões desfasadas integralmente da realidade.

Ninguém sai incólume deste caso, mas mesmo ninguém e venham lá os inquéritos que vierem. A mãe é culpada a cem por cento, mas há mais culpados, mesmo que seja por omissão.

Se Jesus Cristo viesse à Terra e visse a opulência e o esbanjar que os seus representantes promovem, por certo que os castigaria como fez aos "vendilhões do templo".
Vem isto a propósito da nova igreja de Fátima e que se prevê seja inaugurada no próximo dia 12 de Outubro com a presença de um enviado do Papa.
Pois bem, a nova igreja custou entre 60 a 70 milhões de euros, incluindo o mobiliário e as obras de arte, sendo certo que o investimento chegará aos 80 milhões de euros, quando for feito o túnel subterrâneo para onde será desviado o trânsito automóvel.
Atente-se em alguns aspectos e números curiosos:
- algumas das estacas das fundações estão a 32 metros de profundidade;
- o betão cinzento foi substituído pelo branco, que é mais caro e a sua aplicação obrigou a recorrer a um processo complexo de arrefecimento com azoto líquido;
- o mais espectacular da obra são as duas vigas paralelas que sustentam toda a estrutura e terminam no altar principal;
- no altar principal podemos encontrar um painel com 500 metros quadrados em azulejos moldados à mão e aplicações em quatro tipos de ouro;
- 3.500 pessoas trabalharam na construção da obra;
- 8.633 lugares sentados é a capacidade da noval igreja;
- 3.200 quilos é o peso da porta principal em bronze e
- 42.818 metros cúbicos de betão cinzento e branco gastos.
Palavras para quê?!

25 de setembro de 2007

Isto é hilariante. O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa condenou a intenção do presidente da Câmara de diminuir em 30 por cento as despesas com funcionários avençados, por considerar que a medida poderá traduzir-se num "despedimento em massa".
Libério Domingues, do Sindicato, declarou que "o nosso primeiro comentário é de rejeição absoluta pela forma como estão a ser conduzidas as coisas porque é um aspecto financeiro que prevalece na decisão do senhor presidente".
O referido sindicalista acrescenta que o anúncio de António Costa "não respeita o princípio normal da discussão e indicia que o presidente já tomou uma decisão". O sindicato considera ainda que "a única solução possível é a abertura de concursos" para o ingresso destes trabalhadores nos quadros da autarquia.
Ou seja: objectivo é diminuir em 30 por cento as despesas com funcionários avençados, só que o Sindicato parece que só aceita se diminuirem 30 por cento nas despesas se os avençados passarem para o quadro. Bonito não acham?!
Para além do Sindicato parece que também Carmona Rodrigues não está pelos ajustes com esta ideia, o que se compreende. Bastará ver a lista de avençados que estavam destacados para o seu gabinete aquando da sua passagem pela presidência da Câmara para ficarmos logo esclarecidos.

Eu ontem avisei que a coisa podia dar para o torto. Só me enganei foi na data, já que a minha previsão era pós-eleições e parece que nem chegam a votar.

24 de setembro de 2007

Pudera. O presidente do Governo Regional e líder do PSD-M, Alberto João Jardim, discorda que os tribunais possam retirar o mandato popular resultante da vontade dos eleitores a quem não cumpre as suas obrigações para com o Tribunal Constitucional.
Claro que todos nós percebemos. O que o referido sr. quer é regabofe.

Será que ouvi bem?! Marques Mendes declarou que «o que está em causa no dia 28 não é a escolha do líder do partido, mas sim do seu candidato a primeiro-ministro».
A gente percebe o dito, mas ele está enganado.
O que está em causa no dia 28 é a eleição do presidente do PSD, porque essa coisa de candidato a primeiro-ministro é para outros "bicos" que não o dele.

Eu tenho outra opinião. As câmaras municipais estão frontalmente contra a devolução do dinheiro das cauções não reclamadas pelos clientes à Direcção-Geral do Consumidor. Também não me parece bem tal facto.
Mas não me parece bem não é o dinheiro ir para a Direcção-Geral do Consumidor.
O que não me parece bem é nós termos de reclamar o que é nosso. Penso que seria dever quer da EDP, quer da Lisboagás, quer dos demais serviços que contratualizaram com obrigação de caução, que devolvessem essa verba por acerto de contas nas facturas dos serviços que prestam. Isso é que estava correcto, mas claro em Portugal opta-se sempre pelo mais complicado na tentativa de que as pessoas ou se esqueçam ou não reivindiquem aquilo que lhes pertence.

E que tal obrigá-los a devolver a verba recebida. Parece que o Governo se prepara para reduzir já em 2008 o valor da prestação pecuniária – uma espécie de subsídio de reintegração social correspondente a mais de um salário por ano – atribuída aos militares que terminam o contrato com as Forças Armadas e regressam à vida civil.
Claro que já estou a imaginar umas quantas marchas silenciosas e etc. e tal.
Talvez fosse interessante que as várias associações que tanto lutam contra a autocracia do Governo e que tanto propalam as decisões dos Tribunais Administrativos (inadmissíveis saliente-se) não se esqueçam de referir que esta medida fica a dever-se ao facto de uma auditoria da Inspecção-Geral de Finanças ter detectado em 2006 o pagamento de quase 3,3 milhões de euros em subsídios de reintegração social a 777 militares que ingressaram no Quadro Permanente das Forças Armadas.
Resumindo: 777 militares receberam subsídio de reintegração na vida civil, mas reintegraram-se no Quadro Permanente das Forças Armadas.

Ele é quotas, ele são os cadernos eleitorais. Cá para mim no primeiro dia útil a seguir a 28 de Setembro estão a dar entrada processos-crime, processos de impugnação, desmentidos absurdos do Conselho de Jurisdição.
Ainda querem ser alternativa! Como, se nem o partido eles conseguem credibilizar.
Entretanto, acho mau prenúncio para Marques Mendes o facto de alguns "VIPs" (Relvas, Arnaut, Marcelo, Leonor Beleza, etc.) terem de vir prestar-lhe apoio público. É sinal que a coisa tá preta.

E para terminar aqui fica a minha homenagem a Marcel Marceau que faleceu ontem.








21 de setembro de 2007

O Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, anunciou ontem, durante uma entrevista na RTP1, que José Azevedo Pereira será o próximo director-geral dos Impostos.
A resposta do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos não se fez esperar. O presidente do Sindicato Alberto Silva, mostrou-se surpreendido com a escolha fazendo questão de sublinhar a sua falta de experiência em fiscalidade.
A gente já nem estranha este palavreado.
Quando Paulo Moita de Macedo foi nomeado, acudam porque o homem ganha rios de dinheiro, não tem experiência, vem de uma instituição bancária e etc e tal. Quando saiu, porque foi a pior coisa que o sr. Ministro podia fazer era mandar o homem embora, já que ele tinha sido a melhor coisa que tinha passado pelo posto de Director-Geral.
Este já leva nas orelhas por não ser fiscalista e falta ainda o vencimento.
Possivelmente quando sair irão erguer-lhe uma estátua, mas claro... palavras para quê

É ele e a Diana Chaves. Não há evento que se preze que não convide a Diana Chaves, para além disso ela é a imagem de não sei quantas marcas. Por cada esquina que se dobre lá está a figura da Diana Chaves. Seja na montra de uma qualquer casa comercial, seja na capa de uma revista, seja num "outdoor", nem que seja no cu de judas (a terra existe mesmo), lá está a moçoila de óculos, sem óculos, de botas, sem botas enfim é um fartote.
Pois bem Marcelo Rebelo de Sousa parece querer competir com a rapariga (menos no corpo é claro). Ele é política, ele é ténis, ele é automobilismo, ele comentou o murro que o Scolari deu no sérvio, ele comentou a saída do Mourinho... já não há pachorra para o homemzinho

19 de setembro de 2007

Eu estava certo. E dizia Marcelo que achava que o debate deveria ocorrer na RTP. Talvez que agora tenha outra opinião. Mais não foi do que um agora acuso eu, agora acusas tu. De interesse para as eleições: zero. Para o país, nem merece que nos cansemos.

A Polónia obrigou ontem a UE a deixar de lado o seu projecto de instituir um dia europeu contra a pena de morte a 10 de Outubro. A iniciativa tinha sido apresentada pela Comissão Europeia, no âmbito dos esforços europeus para uma abolição universal da pena de morte, e deveria recolher apoio unânime. Mas tal não aconteceu.
É verdade que a pena capital não existe na UE, por isso o Governo polaco considerou "inútil" a instituição deste dia, sendo que só aceitava se também fosse instituído um dia de defesa da vida que incluísse a proibição da eutanásia e do aborto.
O que o governo polaco se esqueceu de dizer é que tudo isto se deve a dois factos:
- o primeiro reside no facto de estarmos numa altura em que decorrem negociações técnicas sobre o futuro tratado europeu, ao qual Varsóvia apresenta reservas;
- o segundo é que a Polónia vivem em clima pré-eleitoral, e o Governo polaco precisa de agradar aos eleitores ultracatólicos (sobretudo ouvintes da Rádio Marya), daí a história do aborto e da eutanásia.
A hipocrisia fala mais alto.

Compreendo. Até agora, nenhuma autarquia mostrou interesse em se juntar ao Sistema Nacional de Compras Públicas. Este sistema abrange formalmente apenas a Administração Central e institutos públicos, mas as autarquias podem também utilizá-lo para as suas compras, se assim o desejarem

18 de setembro de 2007

Eu sei que as leis são para o todo em geral e não para ninguém em particular, embora, por vezes dê a ideia de que elas têm destinatário, tal é a sua precisão, mas isso são outros "quinhentos"...
Vem isto a propósito de uma notícia que faz hoje manchete no "Correio da Manhã".
É noticia no referido jornal que Fábio Cardoso, condenado a 12 anos de cadeia por violar de forma «cruel e reiterada, com requintes de sadismo» -nas palavras da juíza-, uma criança de seis anos até à morte, sendo que essa criança, Daniel de seu nome, era deficiente, foi libertado no sábado.
Fábio Cardoso confessou à juíza os abusos que infligiu ao menino surdo-mudo, amblíope e com atraso mental, pelo que foi preso e sentenciado a 12 anos de cadeia, só que recorreu da decisão para o Supremo Tribunal de Justiça o que origina que enquanto não é apreciado o caso, a decisão do tribunal de Oeiras não transita em julgado.
Sendo assim e porque a nova lei penal reduziu de 30 para 24 meses o prazo de prisão preventiva para os crimes violentos - e, depois de dois anos preso, o Supremo viu-se obrigado a libertar o violador.
Aquando da sentença já a achei benevolente de mais até porque o réu somente com 16 anos nunca mostrou qualquer arrependimento, quanto mais com esta situação.
Como disse ao início sei que á nova legislação penal não foi criada por forma a salvaguardar este tipo de energúmenos, mas o facto é que ela veio beneficiá-lo e a memória do Daniel não pode deixar que isso aconteça.
Para quem possa ter nisso interesse, aqui deixo as alterações à Lei Penal.

Se eu fosse lorpa... Clareance Mitchel anunciou ter resignado ao cargo de assessor do Governo de Gordon Brown para voltar a apoiar Kate e Gerry MacCann no contacto com os media. É a segunda vez.
A primeira decorreu entre Maio e Junho.
Diz o sr. Mitchel que está «muito orgulhoso» por voltar a apoiar os pais de Maddie e acrescentou que, ao renunciar ao cargo de assessor do Governo, quis preservar «a imparcialidade» do Executivo.
Mitchel fez ainda questão de esclarecer que aceitou o convite dos Mccann e que está a ser pago por patrocinadores «que desejam permanecer anónimos» e financiar a defesa do casal. «Não sou pago, nem pelos McCann nem pelo fundo de Madeleine», esclareceu.
Mas afinal o que é que está em jogo?

17 de setembro de 2007

Após algumas vicissitudes, cá estou eu de regresso e, penso, nos moldes que sempre pautaram este espaço.

Comecemos pela justiça. Era inquestionável a necessidade de serem produzidas alterações a nível de processo penal.
Entendo a questão da prisão preventiva, entendo a questão dos recursos, entendo tudo. Só não entendo a pressa em colocar a nova legislação no terreno, a entrada a um sábado é perfeitamente estapafúrdia.
Pior que tudo isto é o facto de ninguém, mas mesmo ninguém, foi capaz de explicitar este novo código ao comum dos mortais, já que é o comum dos mortais que mais é bombardeado com a informação e a contra-informação.
É certo que se o Processo Penal tivesse seguido o exemplo do Processo Civil (entra só em vigor a 1 de Janeiro), teria sido melhor, mas um facto é inegável: ninguém é inocente nisto.
O Governo, o PSD, a Ordem dos Advogados, o Ministério Público, a Assembleia da República, o próprio Cavaco Silva e outros sectores profissionais ligados à justiça, são tão só os culpados.
Não quero alarmar mas espero mais uma semana para poder avaliar tudo isto.

Marcelo Rebelo de Sousa disse ontem, nas "Escolhas de Marcelo", coisas que me deixaram completamente abismado.
Primeiro defendeu que o debate entre Mendes e Menezes devia ocorrer na RTP e não na SICNotícias e isto porque na RTP o debate poderia ter dois milhões de telespectadores e na SIC Notícias só vão ter a escutá-los os familiares e meia-dúzia de amigos.
Rebelo de Sousa está completamente a leste. Ele acha que a actual situação do PSD e o pleno deserto de ideias que tem persistido no debate entre os dois candidatos interessa a dois milhões de portugueses? Pior do que isso: então e Balsemão? Não nos esqueçamos que o patrão da SIC é tão só o apoiante número 1 de Mendes.
Segundo disse que se Mendes disse que não falou na história do nevoeiro é porque é verdade. Só pode estar armado em inocente, aliás nota-se perfeitamente a tendência do Professor. Apoia incontestavelmente Mendes e está no seu direito, só que penso que não deve aproveitar os seus espaços como comentador para o mostrar.
Terceiro e último o facto de ter dito que o ministro dos Negócios Estrangeiros disse uma coisa estúpida. E que tal um pouco mais de bom senso? Ficava-lhe bem.

13 de setembro de 2007

De dia para dia fico mais pasmo. Várias vezes tenho ouvido que os portugueses recorrem em demasiado à automedicação, sendo que isso é um problema sério em matéria de saúde, já que muitos dos medicamentos tomados sem serem prescritos não se coadunam com o male de que sofre o paciente, logo actuam muitas vezes a contrário do que se deseja, para além de poderem originar ou agravar outros problemas para a saúde.
Sendo assim acho de uma perfeita insensatez que a Associação Nacional de Farmácias vá lançar no próximo ano um cartão de crédito que permite acumular pontos por cada medicamento sem receita médica comprado nas farmácias e dessa forma obter descontos nas compras que realizarem nesses estabelecimentos.
Mais surpreso fico ao saber que o banco que está associado a este cartão é a Caixa Geral de Depósitos.

Até agora quando falávamos de nevoeiro, podíamos estar a referir-nos a duas coisas: ou D. Sebastião ou então do famoso nevoeiro que costuma abater-se sobre a cidade de Londres.
A partir de agora existe outra interpretação possível. Pode ser o nevoeiro resultante da reunião dos deputados do PSD e que se abateu por inteiro sobre Marques Mendes.

A deputada do Bloco de Esquerda Alda Macedo afirmou, a propósito do Governo português e o do Presidente da República não irem receber oficialmente o Dalai Lama, que «É incompreensível que a visita [do Dalai Lama] não seja devidamente aproveitada pelas figuras de proa do Estado português para produzir um debate sobre os direitos essenciais».
Estou inteiramente de acordo com a senhora deputada, mas claro que só se as figuras de proa do Estado português quiserem aderir ao Budismo.
Que eu saiba Dalai Lama não é nenhum Chefe de Estado e nem se assume como tal. Então porquê essa deferência?
Mas cito isto como também não aceito que as autoridades portuguesas bajulem o Papa, ou outro qualquer líder espiritual.

11 de setembro de 2007

Tadinho. Toda a gente percebeu que o que o professor Charrua disse de José Sócrates, ele próprio o confirmou mais do que uma vez. No entanto, agora vem exigir uma indemnização e, ao que parece, um regresso à DREN.
Desgraçado país que tais filhos tem. Cá para mim ia é de carrinho dar aulas, se tivesse lugar e competência.

O representante da direita, o expoente máximo do liberalismo, o prepotente, o tudo e tudo e tudo foi alcandorado a pessoa primordial para a CGTP.
Carvalho da Silva, o ainda secretário-geral da CGTP-IN foi solicitar ao Presidente da República“uma afirmação mais forte da política em Portugal”, que possa sacudir “o marasmo económico” que atinge o país há já vários anos.
Carvalho da Silva a pedir ajuda a Cavaco? Prepara-te Mário Nogueira que a ascensão está próxima.

Eu achava que a contenda entre Mendes e Menezes já tinha descido ao ponto mais baixo. Afinal enganei-me.
Mendes afirmou que entre os actuais deputados faltam especialistas em áreas importantes como a saúde ou a macroeconomia, e que os deputados só podem ter sido escolhidos numa noite de nevoeiro.
Claro que este é um remoque directo para Santana, mas que se insere na pseudo guerrilha entre os dois candidatos.
Às tantas sou eu que sou maluco, mas
- Santana Lopes não escolheu Marques Mendes para deputado? Se estava nevoeiro não sei, se estava a chover não me lembro, mas que escolheu, escolheu;
- Santana Lopes não escolheu Patinha Antão e Miguel Frasquilho para deputados? Se estava nevoeiro ou sol não me recordo, mas o que eu sei é que o primeiro é presidente da Comissão de Economia e Finanças e o segundo é especialista e muitas vezes porta-voz de Marques Mendes para a área económica.
Isto são exemplos que me lembro no imediato. Se pensar melhor vou encontrar especialistas para outras áreas.
Não sei quem lhe deu a arma, mas que ele deu um tiro nos dois pés (eu até acho que foi no corpo todo, mas...), lá isso deu. Aliás não sei com que cara vai ele sentar-se na bancada. Se eu fosse deputado nos próximos debates mandava-o ... às malvas (porque sou bem educado) e deixava-o sozinho a debater.

10 de setembro de 2007

Marques Mendes afirmou que o seu companheiro de partido e adversário nas directas de 28 de Setembro, Luís Filipe Menezes, é “levado ao colo” pelos socialistas, porque a oposição que tem feito desde que foi eleito “está no bom caminho”.
E depois quer ser levado a sério quando se afirma como candidato a primeiro-ministro...

Mas se Mendes não é levado a sério, Menezes também não lhe fica atrás. Vejam lá que vai apresentar aquele que será o seu projecto para uma revisão da Constituição da República Portuguesa, que irá para a frente se for eleito presidente do PSD nas eleições directas de dia 28. Menezes diz que quer "expurgar tudo o que sejam referências ideológicas da Constituição" porque acha que é tempo de "deixarmos de ter um texto que foi condicionado pelos cercos à Assembleia da República e que não está enquadrado com o País".
Mas Menezes não se fica por aqui e avança dizendo que "é preciso acrescentar alguns poderes ao Presidente, sem tornar o sistema em presidencial".
Claro que aproveitando o exemplo dos recentes vetos de Cavaco, avança, de mansinho é certo, mas com sofisma "É incrível se alguns destes vetos foram depois ultrapassados pela AR", pelo que propõe o que eu designo por um dos verdadeiros ataques à democracia. Menezes propôe que em "áreas de Estado, como os Negócios Estrangeiros, a Defesa, a Segurança e a Justiça, não sejam susceptíveis de verem diplomas vetados e depois ultrapassados por uma maioria".
Terrível. Analisem bem as consequências e digam de vossa justiça.

Os McCann regressaram a Rothley. Claro que a partir do momento que as investigações mudaram de rumo, eles só sonhavam em regressar.
Os média britânicos continuam a sua campanha nojenta contra Portugal. A família do referido casal continua a fuga para a frente, recusando-se a, pelo menos, perceber que algo está errado, que existem demasiadas incongruências na história que os pais de Maddie contaram.
Quanto ao Governo britânico apraz-me dizer que está a cavar a sua própria "sepultura". O tratamento que o casal recebeu da parte da polícia quando chegou a Inglaterra é, no mínimo, escandaloso.
Espero ansioso pelas investigações.
Era supimpa o governo britânico tremer (e porque não cair) por ter metido o bedelho num assunto que diz respeito só e tão só à justiça portuguesa?!

8 de setembro de 2007

A campanha para a liderança do PSD está aí. Mendes e Menezes lá vão enviando farpas um ao outro. Arregimentam-se nomes de um lado e outro da barricada, como se eles fossem o ponto primordial e fulcral de tudo isto. Entretanto quanto a ideias para o futuro é o deserto de sempre.

Ainda a campanha. Menezes afirmou, no jantar que assinalou o início da campanha para as eleições directas marcadas para 28 de Setembro, que Sócrates pode esperar, a partir do dia das eleições, uma «oposição diferente em atitude e propostas» e que «Vamos fazer oposição de manhã, à tarde e à noite onde há problemas."
Então e de madrugada? Não há problemas de madrugada?

O casal McCann. Quem for leitor deste blogue conhece a minha ideia relativamente ao desaparecimento da pequena Maddie. Não é uma ideia recente, foi fundada logo no início.
Apesar disso há algo que me deixa perplexo. Estou a referir-me aos assobios e vaias que acompanharam o casal, mais a mãe, quando esta entrou nas instalações da PJ de Portimão.
E fico perplexo porque isto está relacionado não com a culpa ou a inocência seja de quem for. Está relacionado com o trabalho dos media, melhor dizendo com a manipulação a que estamos diariamente sujeitos e é isso que se torna perigoso.

Constatei que foi feita uma rectificação pelo "Avante" face às FARC, fico satisfeito mas só prova que aquilo que disse ontem está correcto.
Claro que para o PCP "[as FARC] são uma organização popular armada que há mais de 40 anos prossegue a luta pela real democracia na Colômbia e por uma justa e equitativa redistribuição da riqueza, dos recursos naturais e da posse e uso da terra".
Aliás penso que a ex-candidata presidencial em 2002, Ingrid Betancourt, tem a mesma opinião.

7 de setembro de 2007

Ao que parece o PCP considera que o primeiro-ministro José Sócrates possui "sinais de cariz fascizante", pelo menos é a opinião expressa por Casanova num editorial do Avante.
A ortodoxia do PC começa a cansar e alguns dos seus militantes com funções importantes, mais não fazem do que esparralhar-se.
Ruben de Carvalho mais não faz do que dizer barbaridades, o que se adicionarmos a fraca prestação como candidato a Lisboa, faz dele um político deveras fraco.
José Casanova é um ortodoxo puro e duro, desfazado por completo dos desejos da sociedade portuguesa. Bernardino Soares é um fraco líder parlamentar e Honório está muito aquém do seu camarada Octávio Teixeira
Lamento que António Filipe tenha sido empurrado para um lugar menor, Odete afastada do parlamento e Luísa Mesquita quase silicenciada, isto entre outros.
Mas nem só no que concerne ao aspecto nacional podemos ver o desfazamento do PCP. As relações internacionais demonstram igualmente que há uma quase recusa de evolução.
Bastará para tanto aceder ao Avante e ver as organizações convidadas para estarem na
Festa do Avante para percebermos isso mesmo.
PC da China? PC Colombiano? PT da RPD Coreia?
E porque não as FARC? São o braço armado do PC Colombiano.
É vergonhoso.

Vou voltar ao caso Maddie. Desde sempre que olhei para este caso de uma forma diferente. Olhei com revolta e indignação. Claro que com o passar do tempo a minha indignação aumentou. Aumentou contra o casal McCann, contra a hipocrisia do poder britânico e em especial contra os média tablóides e não tablóides.
Hoje vejo que as minhas convicções tinham razão de ser e sendo assim os meios de comunicação inglesa devem um pedido de desculpas públicas aos portugueses e mesmo o governo inglês deve desculpas a todos nós.
Desde o Tratado de Methuen que temos sido gozados. É tempo de dizer basta.

4 de setembro de 2007

Adquiri recentemente o DVD dos Trovante "Uma noite só" que reproduz o magnífico concerto do Pavilhão Atlântico de 12 de Maio de 1999. A faixa 12 tem o tema "Timor", tema aliás bem conhecido de todos nós.
Pois bem, este tema musical em conjunto com as declarações proferidas ontem pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação português no final de uma visita a Timor, declarações essas onde defende que os cooperantes portugueses em Timor-Leste, "sobretudo os professores", passarão em breve a ter cursos de tétum antes de iniciar a sua missão, vão servir à minha reflexão sobre o que se está a passar naquele longínquo país.
Devo esclarecer desde já que tenho um profundo respeito pelo povo maubere, pela luta que travaram durante anos e por Xanana Gusmão. Dito isto, vou explanar o meu pensamento.
Achei plenamente correcto que Xanana fosse Presidente da República e que Ramos Horta fosse ministro dos Negócios Estrangeiros. Claro está que perante isto Mário Alkatiri teria de ser o primeiro-ministro.
Composto que estava o governo achei de mau tom a ingerência da Igreja numa tentativa clara de que a sua voz tivesse um peso especial nos destinos do país.
Sei que o povo timorense é um povo profundamente católico e que a Igreja timorense teve um papel importante durante o domínio indonésio na defesa dos timorenses, mas isso não faz dela um elemento activo da governação.
Continuando. Estava tudo a correr mais ou menos quando se dá uma reviravolta e Alkatiri é afastado, ocorrem convulsões e Ramos Horta é chamado para primeiro-ministro.
Que me desculpem todos aqueles que são apoiantes incondicionais de Xanana e Horta, mas eu penso que houve aí um imbróglio qualquer que nunca foi explicado e que se destinou a colocar as duas ilustres personagens à frente dos destinos do país.
Claro está que esta atitude desencadeou ondas de contestação por um lado e de apoio por outro, facto que até seria normal, caso não tivesse imperado a violência e a destruição.
Mas tudo ainda fica pior quando Xanana empurra Horta para candidato à presidência, fora do âmbito da Fretilin ou de quaisquer outros partidos e movimentos.
Ramos Horta vence e avisa que quer Xanana como primeiro-ministro.
Acontecem as legislativas e a Fretilin vence, embora sem maioria, tendo ficado o movimento de Xanana em segundo lugar.
Em face deste resultado Ramos Horta não se fez rogado e mandou a Fretilin às urtigas e convidou Xanana a formar governo.
Não é por nada, mas estamos perante algo de esquisito sendo que quer Horta quer Xanana não têm coragem de explicar o que os move.
Os dois não souberam sair pela porta grande. Acredito que brevemente terão de saltar pela janela porque não haverá porta grande ou pequena por onde possam sair.

E agora, um excelente artigo de João Miguel Tavares no DN de hoje.

3 de setembro de 2007

Após alguns dias de lazer, cá estou de novo, disposto a continuar este meu diário. Voltei eu e podem (e devem) os meus amigos leitores regressarem também.

Comecemos pelas alterações ao Estatuto da Carreira Docente. Que me desculpem os meus amigos professores, mas esta história dos exames tem razão de ser. Aliás estou convicto que esse meus amigos partilham na íntegra esta ideia. Mas especifiquemos.
Segundo o "Correio da Manhã" os «futuros» professores terão que mostrar o que valem numa prova de ingresso na profissão.
Prova essa que é constituída por dois exames escritos e um oral, sendo que aqueles que não tiverem uma nota mínima de 14 valores, estão excluídos da «corrida».
A proposta de portaria apresentada pelo Governo e que regulamenta o Estatuto da Carreira de Docente é bem explícita ao determinar que os erros gramaticais, as más construções frásicas e uma dificuldade em expor ideias em público vão impedir o acesso ao ensino dos jovens professores licenciados.
Significa isto que após a frequência universitária e o mestrado, os candidatos terão de ser avaliados em três exames distintos se quiserem seguir a via do ensino.
Num primeiro exame escrito, com a duração de duas horas, serão avaliados os conhecimentos de Português dos «futuros» professores. De acordo com o documento, «o domínio escrito da língua portuguesa, tanto do ponto de vista da morfologia e da sintaxe, como no da clareza da exposição e organização de ideias» são essenciais. O Governo só não deixa explícito se a avaliação também incide sobre os erros ortográficos, mas e para bem de todos, espero que sim.
Numa segunda prova escrita, específica para cada área de ensino, o ministério pretende avaliar as competências de «ordem científica e tecnológica» dos licenciados.
O terceiro e último exame é oral e incide sobre a postura do candidato, a forma como fala, os erros linguísticos que comete e a forma como lida com as novas tecnologias.
Ora quem é que não está de acordo com isto? O sindicato pois claro.
Para estes senhores o que interessa é que tudo vá para professor, mesmo que acabem no desemprego.
Para estes senhores pouco importa se o docente tem ou não capacidades de leccionar. Aliás não é inédito encontrarmos alguns "assassinos da língua-pátria" a leccionar no ensino básico, o que para mim corresponde a um crime contra a humanidade.
Mas esta norma vai ficar só por aqui?